Fomos para a Pintar, e no meio do caminho havia uma fábrica, havia uma fábrica no meio do caminho.

No percurso ele nos conta sobre os originais recuperados da série ZZ7, dos livrinhos de faroeste, da Brigitte Monfort, centenas deles, a venda em uma feirinha de rua… e do cinéfilo colecionador de originais cuja casa é um verdadeiro “museu Benício”, enfim, causos que dariam tema para um filme. Paramos de surpresa na Fábrica de Quadrinhos chegamos de sopetão no estúdio, e lentamente o pessoal descolou os olhos da telinha e se tocou que “the man was in the house“.

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