Deixamos o Vilela e sua inseparável muleta no seu inseparável local de trabalho, e zarpamos para o centro da cidade.

Chegamos lá com pouco mais de meia hora de antecedência, e decidimos visitar outro templo sagrado, a casa do Kako.

Ooommmmm… cara, vou te contar, nada como entrar no local de trabalho de quem a gente admira e cultua como um Guru. Tem uma vibe incrível, e é inevitável pensar “caraca, é neste cantinho aqui que o cara produz aquilo tudo“.

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